Click here to listen to Judy's inteview on Momento de Jazz.
JAZZ AROUND TOWN - JAZZ FESTIVAL BRAZIL 2008
by SCOTT YANOW
September 2008
Through an invitation given by stride pianist Judy Carmichael, I was able to attend a three-day jazz festival in Brazil this September. Jazz Festival Brasil is rather unusual in that it is a traveling festival that visits seven cities within a few weeks. The brainchild of trumpeter Marcelo Costa, a Brazilian who loves New Orleans jazz and swing, the festival debuted in 2001 and has been an annual event since 2004. Costa (the artistic director) and Carmichael (the artistic advisor) pick out the groups and organize the well-attended concerts. There was no actual Brazilian jazz at the festival and the only Brazilian music that I saw during my visit was an excellent bossa nova singer, Vivi Limeira, who performed in the lobby of the hotel in Sao Paulo while accompanied by a pianist.
Brazil is of course primarily known in the jazz world for bossa nova, Antonio Carlos Jobim, Astrud and Joao Gilberto, and the styles that evolved during the past few decades, so the music heard at this festival is pretty hard to find in Brazil. While in Brazil, I had the opportunity to travel with Judy Carmichael’s Septet, visiting Sao Paulo (loads of graffiti, continuous traffic jams, and largely undrinkable water), Brasilia (a well-planned if somewhat antiseptic capital city) and Bela Horizonte (much more charming despite the co-existence of wealth with great poverty). Portuguese is the dominant language with English being very secondary.
I saw Judy Carmichael’s group at a nightclub in Sao Paulo (the Bourbon Street Music Club) and a concert hall in Brasilia (the JK Memorial). The band consisted of Americans, two Australians and tenor- saxophonist Nik Payton who although from England, has moved to Brazil. Trumpeter Charlie Caranicas (who was recently at the Orange County Classic Jazz Festival), trombonist Dan Barnett (sometimes hinting at Dickie Wells), the excellent tenor playing of Payton and veteran altoist and baritonist Michael Hashim (who was consistently witty and inventive) made for a powerful, loose and spirited horn section. Guitarist David Blenkhorn hinted at times at both Charlie Christian and Django Reinhardt while drummer Ed Ornowski added fire and drive to the group. Judy Carmichael, one of the top stride pianists of the past 20 years, made the inclusion of a bassist unnecessary and was in top form, even taking a few vocals along the way. They romped on such songs as “I’ve Found A New Baby,” “Deed I Do,” a variety of Fats Waller songs and “Christopher Columbus.”
At Bela Horizonte’s Palacio das Artes, I saw the four other groups of the festival, which appeared two a night. Irakli and the Louis Ambassadors is a group from France that emulates the Louis Armstrong All-Stars of the 1950s. Trumpeter Irakli de Davrichewy often plays solos that quotes Satch’s recordings although his tone is different. Clarinetist Alain Marquet (from Paris Washboard) was closer to Sidney Bechet than to Barney Bigard and was the co-star although the drum solos of Sylvain Glevarec
were the real crowd pleaser.
Some token modern jazz appeared during the performance by the David Braid Sextet, an excellent band from Canada. While much of the music was from the Count Basie/Lester Young songbook, the solos tended to be more modern. Tenor-saxophonist Perry White was impressive and pianist Braid contributed the date’s highpoint, a creative and episodic solo version of “Yesterdays” that was dedicated to Oscar Peterson.
In contrast, it was difficult to know what to think of Gunhild Carling. An entertainer from Sweden, she straddled the line between jazz and vaudeville, between swing and absurdity. She often blasted out notes on her trombone (always at the same volume) but also sounded like Billie Holiday singing “Moonglow,” played trumpet and scatted on “Sheik Of Araby,” attempted to create a hot solo on recorder during “Stardust,” tap danced on “China Boy” while holding her trombone (a performance that had her brother, clarinetist Max Garling, juggling), played harmonica on a blues, ran out into the audience along with the other horn players on “The Hucklebuck” and, as an encore, playing three trumpets at once during “The Beer Barrel Polka.” One watched with amazement part of the time as she worked hard to keep on topping her last number. The band included guitarist Chris Flory but was very secondary to the antics of their leader.
Trumpeter-singer Leroy Jones wrapped up the festival in each city. His band mostly featured players from both New Orleans and Finland. Jones captured the audience with the joy of his music and ranged in his solos from Clifford Brown to Louis Armstrong, including a heartfelt version of “When It’s Sleepy Time Down South.” The soulful singer Trisha Boutte was featured during the second half of a set that included Mardi Gras songs, swing standards and a lengthy version of “The Saints.”
Marcelo Costa (who played trumpet with Gunhild Carling) and Judy Carmichael succeeded in presenting high quality and entertaining traditional jazz for Brazilian audiences who otherwise rarely get to experience the infectious music.
JAZZ: EM ALTA TEMPERATURA
by MARIANA PEIXOTO
8 de Maio de 2008, ESTADO DE MINAS
Como formato já consagrado, o Jazz
Festival Brasil chega à sexta edição
ainda maior. Além das sete capitais
por onde o evento passou em 2007,
outras cidades devem receberaprogramação,
que possivelmente será somente de atrações internacionais.
Todos os shows serão promovidos
em setembro – em Belo Horizonte,
cidade onde o festival começou em
2001 com o nome de Jazz Gerais, as
apresentações serão entre os dias4e
6. Para esquentar o evento, nas duas
últimas semanas foram promovidos
em São Paulo, Brasília e Barbacena
showscomapianista norte-americana
Judy Carmichael, artista que mais
participou do evento, ao ladoda Jazz
Festival Brasil Band, formada exclusivamente
para este fim. O último
show será hoje, em Belo Horizonte,
no TeatroDomSilvério.
Ogrupo é internacional. Além de
Carmichael, tocam Marcelo Costa
(trompete,tambémcoordenador do
Jazz Festival), David Blenkhorn (guitarrista
australiano radicado na Inglaterra,
oúnico a nunca ter participado
do evento), Dan Barnett (trombonista
australiano), Nick Payton
(saxofonista e clarinetista inglês radicado
em BH), Mike Hashim (saxofonista
norte-americano)eEdOrnowsky
(baterista, também dos EUA).
Norepertório estão autores clássicos
do gênero, como Duke Ellington,
Count Basie, Fats Waller, Gershwin, e
Benny Goodman.
“Como há mais instrumentos de
sopro, esta formação está se apresentando
com arranjos para big
band. Fizemosogrupo somente para
estes shows, mas os primeiros
concertos deram tão certo que estamos
olhando o futuro com outros
olhos”, afirma Marcelo Costa, que
não descarta o retorno do grupoem
setembro. “Estamos pensando até emumaturnê fora do Brasil”, acrescenta.
Judy Carmichael tambémé só elogio. “É o melhor grupo com
quem já viajei. Como a formaçãoé internacional, cada músico trazum
sotaque diferente.”
A cada participação no Jazz Festival
ela se apresentacomumaformação
diferente.Naestréia no evento, a
pianista tocou ao lado deumsaxofonista.
Nasegunda,comumguitarristaeumtrompetista.
Já no ano passado,
Carmichael fez seu show ao lado
do grupo Swing Time e de uma dupla
de sapateadores. Em setembro,
ela retorna ao país para o festival.
Promete, além dos shows, uma série
de masterclasses.
“Quando o festival começou, a filosofia
era introduzirnoBrasil o jazz
tradicional. E o que venho sentindo
no decorrer dos anoséqueahistória
vem se tornando cada vez maior. A
cada vez que me apresento aqui recebo
e-mails de pessoas, especialmente
de jovens de 20 e poucos
anos, que falam que o festival serviu
para eles como porta de entrada no
jazz.” Judy Carmichael se apresenta
no Brasil desdeadécada de 1980. Foi
o escritor Fernando Sabino quem a
convidou para conheceropaís.Aespecialidade
dela é o stride, estilo de
tocar piano criado no Harlem, bairro
nova-iorquino, nos anos 1920.
Sobre as atrações do Jazz Festival,
Marcelo Costa prefere deixar para
anunciar os nomes nos próximos
meses, pois os contratos ainda não
foram assinados. “Este ano estamos
tentando diversificarnãosomenteos
estiloscomotambémasnacionalidades”,
afirma ele. Entre os grupos convidados
estão formações dos Estados
Unidos, Suécia, FrançaeCanadá.
by PEDRO BRANDT, DA EQUIPE DO CORREIO 6 de maio de 2008, CORREIOBRAZILIENSE
JUDY CARMICHAEL, ATRAÇÃO DESTA NOITE NA
SALA MARTINS PENA EM ANTECIPAÇÃO A FESTIVAL
INTERNACIONAL, TOCA AO LADO DE BANDA
MULTINACIONAL CUJO TROMPETISTA É O BRASILEIRO MARCELO COSTAO
Otalento da pianista
norte-americana
Judy Carmichael
já rendeu
elogios entusiasmados de
lendas do jazz como
Count Basie e Sarah Vaughan.
Não é para menos: a
instrumentista tornou-se
referência moderna para
um estilo pioneiro do jazz:
o stride. Aficionados e
curiosos poderão conferir,
ao vivo, a habilidade
que tanto impressionou
os mestres na apresentação
desta noite, na Sala
Martins Pena do Teatro
Nacional. Judy Carmichael
estará acompanhada
pelo grupo Jazz Festival
Brasil Band (formado
por americanos, australianos,
ingleses e o brasileiro
Marcelo Costa).
Um dos objetivos da
passagem da pianista californiana
pelo Brasil é divulgar
a próxima edição
do Jazz Festival. Marcelo
Costa, trompetista na Jazz
Festival Brasil Band e organizador
do evento anual,
garante que, entre grupos
canadenses, suecos e
franceses que já confirmaram
participação, está em negociação a vinda de
um grande nome do jazz
de Nova Orleans (um dos
berços do gênero musical).
“Só não posso dizer
quem é porque o contrato
não foi assinado ainda”,
conta o músico.
As apresentações de Judy
Carmichael, de 56 anos,
no Brasil nunca são iguais
umas às outras. Quando
esteve na Martins Pena no
ano passado, a pianista veio
acompanhada do grupo
Swing Time and The Tap
Dancers. No repertório,
muito suingue (o jazz dançante
das big bands da primeira
metade do século
passado), mas o grande diferencial
foram as participações
de Melissa Giattino
e Richard Schwartz, estrelas
de espetáculos de sapateado
da Broadway. Desta
vez, Carmichael terá a companhia
de Mike Hoshim
nos saxofones barítono e
alto; Nik Tayton, sax tenor
e clarinete; Dave Blankhorne,
guitarra; Ed Ornowsky,
bateria; e o já mencionado
Marcelo Costa no trompete.
“Nunca tínhamos tocado
todos juntos. Mas, logo
na primeira apresentação,
em São Paulo, percebemos
um grande entrosamento.
Estamos animados para
tocar em Brasília”, avalia o
trompetista.
“Esta também será a primeira
vez que vou cantar no
Brasil”, lembra a pianista.
Judy Carmichael já esteve
algumas vezes no país, mas
conta que uma delas foi especial.
“Na primeira vez conheci
Tom Jobim. Passei um
tempo com ele no Rio, foi
ótimo. Sou grande fã. Todo
músico americano ama a
música do Brasil.” Sobre a
passagem por Brasília, ela
adianta um pouco do clima
que o público pode esperar:
“Tocaremos músicas de Duke
Ellington, Count Basie e
de outros grandes compositores
das big bands”.
Marcelo Costa revela
que alguns números serão
ensaiados exclusivamente
para o show desta noite.
“Acho sacal tocar sempre as
mesmas músicas. Então, às
vezes, ensaiamos outras.
Em Brasília tocaremos Riverboat
shuffle (de Hoagy
Carmichael – sem parentesco
com Judy) e Wonderlust,
de Duke Ellington.”
No palco, a pinaista e cantora norteamericana
Judy Carmichael leva a pensar que
é uma garota de, no máximo, 30 anos. Magra,
ágil, inquieta, de gestos largos e musculatura
definida, Judy circula pelo palco com
tamanha desenvoltura e graciosidade que
parece se sentir na sala da própria casa. O
sorriso não lhe sai dos lábios. A palavra “sexy” faz parte do vocabulário quando se refere aos
músicos, seus companheiros de jazz e,
principalmente quando afirma que “falar
português é muito sexy”. Isso depois de
arriscar uma série de frases em nosso idioma,
até que se sente “cansada de tentar falar
português”. “Agora vou me expressar em
inglês, mesmo”, acrescentou, com aquela
simpatia e simplicidade, do alto dos
inacreditáveis 56 anos, que conquistaram o
público da Sala Martins Pena.
Na terça-feira, vinda de São Paulo em
turnê que antecede o Festival de Jazz 2008,
marcado para setembro, em Brasília, a Jazz
Festival Brasil Band, composta pela
californiana Judy Carmichael ao piano,
Michael Hashim (saxofone barítono e alto),
Edward Ornowski (bateria), William David
Blenkhorn (guitarra), Daniel Paul Barnett
(trombone de vara), o mineiro Marcelo Costa
(trompete) e Nick Payton (sax tenor e
clarinete), tocou por aqui.
O secretário de Cultura do Governo do
Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, esteve
presente ao show e foi cumprimentar os
músicos nos bastidores, junto com grande
número de admiradores do jazz. Desse
contato amigável, ficou acertado que o
Festival de Jazz será no maravilhoso
auditório do Complexo Cultural da
República, com a participação de músicos
americanos, canadenses, suecos, franceses e
um famoso nome de Nova Orleans, berço
desse gênero musical.
Além de nossos ouvidos, quem ganha com
isso é a cidade, que tem chance de conhecer o
que há de melhor no jazz mundial.
Programação do Jazz Festival será encerrada esta manhã com apresentação da pianista Judy Carmichael e do grupo Swing Times ao lado dos sapateadores da dupla Tap Dancers.
Com particpação em três das cinco edições do Jazz Festival, a pianista norte-americana Judy Carmichael busca sempre fazer diferente. Na primeira vex que participou do evento, ela se apresentou com um saxofonista; na edição seguinte, com um guitarrista e um trompetista. Agora, está no Brasil com o grupo Swing Time (Ed Ornowski na bateria e percussão; Jon-Erik Kellso no trompete; e Michael Hashim no saxofone) e com os sapateadores Melissa Giattino e Richard Schwartz, da dupla The Tap Dancers. Depois do show de anteontem no Grande Teatro, eles encerram, na manhã de hoje, na varanda do Palácio das Artes, a edição 2007 do evento em BH. O festival prossegue em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Aracaju, Belém e Tirandentes.
No início d apresentação, somente os músicos estarão em cena. Depois é que os dançarinos vão entrar. Para a performance conjunta foram escolhidas as músicas I'm gonna sit right down and write myself a letter (Fred E. Ahlert e Joe Young) e I found a new baby (Jack Palmer e Spencer Williams). “São temas compartíveis para a dupla dançar", comenta Judy Carmichael. Os músicos do Swing Time criaram novos arranjos para a apresentação. É a primeira vez que o grupo e os dançarinos fazem turnê juntos. Entusiasmada, a pianista espera que a parceria tenha continuidade. "Como todos viajamos bastante, não houve muito tempo para ensaio. Mas a verdade é que é melhor deixarmos um pouco para o improviso."
Crias da Broadway, Melissa Giattino e Richard Schwartz começaram a atuar juntos há uma década. Depois do teatro, a dupla se dedica ao cinema. Judy Carmichael, a despeito das particpações mais recentes no Jazz Festival, tem larga experiência no país. Em meados dos anos 1980, a pianista, especializada no stride (estilo de tocar criado no Harlem na década de 1920), veio pela primeira vez ao Brasil. Em Nova York, onde a californiana se radicou, conheceu o escritor Fernando Sabino, que a convidou para tocar no país. Com dois programas semanais no rádio e um na televisão, ela tem pouco tempo para se dedicar às gravações. Sei álbum mais recente, High on fats and other stuff, e de 1997. "Mas o próximo disco não pasa do ano que vem", revela Carmichael.
PARA RELEMBRAR OS VELHOS TEMPOS
By LUIZ ORLANDO CARNEIRO
Brasilia
Evento percorre, em agosto, oito cidades brasileiras com músicos que se dedicam de forma mais purista ao ritmo
Há 60 anos, quando o bebop surgiu, músicos e fãs do estilo então revolucionário passaram a usar a expressão moldy figs (figos murchos, literalmente) para mexar com os renitentes defensores da "pureza" do jazz tradicional, tal como practicado desde que nasceu em Nova Orleans ("King" Oliver), desenvolveu-se em Chicago e Nova York (Louis Armstrong, Duke Ellington, Bix Beidebecke), até – no máximo – a explosão das big bands do estilo swing nas décadas de 30 e 40 (Fletcher Henderson, Count Basie, Benny Goodman).
O jazz tradicional ainda e cultuado por saudosistas é turistas, náo só em Nova Orleans – no Preservation Hall ou a bordo do velho barco a vapor Natchez – mas também em festivais pelo mundo afora, por etiquetas especializadas (Arbors, Hep) e gravadoras mais conhecidas (Telarc, Concord). Há músicos conservadores notáveis que ainda fazem ou fizeram sucesso até bem pouco tempo, como os pianistas Dick Hyman (81 anos) e Ralph Sutton (1922-2001); os trompetistas-cornetistas Warren Vaché (56 anos) e Rubby Braff (1923-2003); os saxofonistas Scott Hamilton e Harry Allen (52 e 40 anos, respectivamente).
Os moldy figs, jovens curiosos e até ouvintes exigentes terão a oportunidade de relembrar ou descobrir os "velhos tempos", neste mês de agosto, assistindo o um festival de jazz itinerante, produzido pela Soltz Eventos, com apoio do governo de Minas, empresas e outras instituições daquele estado. O festival passa por Brasilia, Belo Horizonte, São Paulo, Recife, Belém, Aracaju, Rio de Janeiro e Tirandentes (veja tabela).
No programa, a ghost band de Duke Ellington, ressuscitada mais uma vez por Paul Ellington, neto do Duke e filho do trompetista Mercer – que assumiu a direção da banda a partir da morte do genial pai, em 1974, e usou o nome e o "livro" da organização até a sua morte, em 1996; a extrovertida pianista Judy Carmichael, especialista no stride do velho Harlem, pela terceira vez no Brasil, agora em companhia do trompetista Jon-Erik Kellso (gravou com "gente grande" como Ken Peplowski e Kenny Davern), do ótimo saxofonista Mike Hashim e de uma dupla de sapateadores (tap dancers); a corrreta Porteña Jazz Band, da Argentina, um tenteto com dois trompetes, três palhetas, trombone, tuba, piano, guitarra/banjo e bateria/"washboard"; o conjunto (com músicos brasileiros) do trombonista australiano Dan Barnett; e o sexteto do trompetista francês Irakli de Davrichewy, 66 anos, filho de georgianos, tarado por Louis Armstrong, e que revive com o seu grupo (Louis Ambassadors) os All Stars de Satchmo de 1946-50 (Jack Teagarden, Barney Bigard, Sid Catlett, Arvell Shaw, Dick Cary ou Earl Hines, lembram-se?).
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